
Nasceu em Santiago do Cacém, em 1911, mas cedo foi para Lisboa onde iniciaria a sua atividade literária e onde viria a falecer.
Poeta, romancista, contista e cronista, toda a sua obra é atravessada pelo Alentejo e o seu povo.
Manuel da Fonseca foi um dos maiores escritores do neo-realismo literário português. Fez parte do grupo do Novo Cancioneiro.
Membro do Partido Comunista Português (PCP), Manuel da Fonseca fez parte do grupo do "Novo Cancioneiro" e é considerado por muitos como um dos melhores escritores do neo-realismo português.
A sua obra, de forte intencionalidade de intervenção social e política, relata como poucos a vida dura do Alentejo e dos alentejanos, o povo, a sua vida, as suas misérias e as suas riquezas, exaltando-o e, mesmo, mitificando-o.
Da sua obra como poeta destacam-se Rosa dos Ventos (1940), Planície (1941) e os romances "Cerromaior" (1943), e "Seara de Vento" (1958).
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