quinta-feira, 24 de junho de 2010
sexta-feira, 18 de junho de 2010
JOSÉ SARAMAGO (Azinhaga do Ribatejo, 1922 - Lanzarote, 2010)
http://www.josesaramago.org/
Hoje, sexta-feira, 18 de Junho, José Saramago faleceu às 12.30 horas na sua residência de Lanzarote, aos 87 anos de idade, em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença.
O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila.
Fundação José Saramago
18 de Junho de 2010
http://caderno.josesaramago.org/
PENSAR, PENSAR
Junho 18, 2010 por Fundação José Saramago
Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma.
Revista do Expresso, Portugal (entrevista), 11 de Outubro de 2008
Hoje, sexta-feira, 18 de Junho, José Saramago faleceu às 12.30 horas na sua residência de Lanzarote, aos 87 anos de idade, em consequência de uma múltipla falha orgânica, após uma prolongada doença.
O escritor morreu estando acompanhado pela sua família, despedindo-se de uma forma serena e tranquila.
Fundação José Saramago
18 de Junho de 2010
http://caderno.josesaramago.org/
PENSAR, PENSAR
Junho 18, 2010 por Fundação José Saramago
Acho que na sociedade actual nos falta filosofia. Filosofia como espaço, lugar, método de refexão, que pode não ter um objectivo determinado, como a ciência, que avança para satisfazer objectivos. Falta-nos reflexão, pensar, precisamos do trabalho de pensar, e parece-me que, sem ideias, não vamos a parte nenhuma.
Revista do Expresso, Portugal (entrevista), 11 de Outubro de 2008
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sábado, 12 de junho de 2010
por Terras do Demo com Aquilino Ribeiro - "Ó cagaréus de Aveiro, vinde cá agora, vinde" ("O Malhadinhas")
É por aqui que vamos andar hoje: (Soutosa, a casa-museu, sede da Fundação; Carregal da Tabosa, a casa de nascimento e o Pátio Aquiliniano; Lapa, o colégio, o santuário, a nascente do Vouga; Trancoso ...)
A Beira Alta não tem símile no Mundo. Em poucas dezenas de quilómetros reproduz-se a terra toda: amenidade e braveza, a colina e o vale, a civilização e a selvajaria.
(A. R. , conferência no Brasil, 1952)
A Beira Alta não tem símile no Mundo. Em poucas dezenas de quilómetros reproduz-se a terra toda: amenidade e braveza, a colina e o vale, a civilização e a selvajaria.
(A. R. , conferência no Brasil, 1952)
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terça-feira, 8 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa
O Lince, conversor para a nova ortografia, é lançado hoje pela Ministra da Cultura. Permitirá converter textos em formatos DOC, PDF, ODT, RTF e TXT; o produto dos textos inseridos em formato PDF será um documento noutro formato.
"O Lince é uma ferramenta de apoio à implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa que converte o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia neste momento a ser introduzida em vários países do espaço da CPLP. Suporta vários formatos e permite converter em simultâneo um número elevado de ficheiros de qualquer dimensão."
Endereço para download:
http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lince
"O Lince é uma ferramenta de apoio à implementação do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa que converte o conteúdo de ficheiros de texto para a grafia neste momento a ser introduzida em vários países do espaço da CPLP. Suporta vários formatos e permite converter em simultâneo um número elevado de ficheiros de qualquer dimensão."
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http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lince
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sexta-feira, 4 de junho de 2010
Morreu o autor do "Bando dos Quatro" - João Aguiar [1943-2010]
"O escritor João Aguiar, de 66 anos, morreu hoje, em Lisboa, vítima de cancro, disse à Lusa fonte próxima da família.
A doença que veio a provocar-lhe a morte impediu-o de concluir o livro que preparava sobre a revolução de 1383 (DR - David Nogueira e Ernesto Faísca)
João Casimiro Namorado de Aguiar escreveu mais de duas dezenas de romances e criou duas séries de televisão destinadas ao público mais jovem - “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro”, no qual ele próprio figura na personagem do Tio João.
João Aguiar foi um dos cultores em Portugal do chamado romance histórico, com “A Voz dos Deuses”, publicado em 1984.
João Casimiro Namorado de Aguiar nasceu a 28 de Outubro de 1943 e viveu a infância entre Lisboa - a sua cidade-natal - e a Beira, em Moçambique. A mãe ensinou-o a ler para mantê-lo sossegado na cama, durante um longo período de doença, e de leitor interessado passou rapidamente a aspirante a escritor.
Aos oito anos, tentou ditar um livro de aventuras à irmã Maria João mas o sentido crítico dela arrasou-lhe as pretensões. Insistiu com novas obras que foi deitando para o lixo e teve mesmo um “primeiro” livro que só não viu a luz do dia porque a editora faliu antes. Só depois dos 40 anos publicou o primeiro romance, na Perspetivas & Realidades de João Soares: “A Voz dos Deuses”, uma ficção histórica centrada na figura de Viriato.
Seguiram-se duas dezenas de romances que o levaram a estudar a história mais remota de Portugal - regressou aos primórdios para falar de Sertório e publicou até um trabalho não ficcionado sobre o menino do Lapedo. Viajou para Macau com a ficção para escrever “Os Comedores de Pérolas” e “O Dragão de Fumo”.
Pelo meio, João Aguiar criou duas séries destinadas ao público mais jovem - “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro” e fez também o libreto para a ópera “A Orquídea Branca” de Jorge Salgueiro, estreada em 2008.
A doença que veio a provocar-lhe a morte impediu-o de concluir o livro que preparava sobre a revolução de 1383.
João Aguiar frequentou em Lisboa os cursos superiores de Direito e Filosofia mas foi em Bruxelas que se licenciou em Jornalismo, profissão que entretanto tinha começado a exercer. Na Bélgica, fez um pouco de tudo, desde lavar escadas a trabalhar no Turismo de Portugal.
De regresso a Portugal, fez o serviço militar e uma comissão em Angola no sector da acção psicológica, produzindo rádio para as tropas.
Considerou-se sempre jornalista, mesmo passados largos anos desde que abandonara a actividade profissional. Começou pela RTP - onde também coordenou uma série da Rua Sésamo - e passou depois por jornais como "Diário de Notícias", "A Luta", "O País". Fez rádio no Canadá, onde trabalhou com Henrique Mendes.
Dizia-se um “monárquico não tradicionalista”, justificava-o “por uma questão pragmática”. O último romance que publicou - “O Priorado do Cifrão” - era uma “charge” ao mundo criado por Dan Brown.
Numa autobiografia irónica que escreveu para o "Jornal de Letras" em 2005, João Aguiar concluía: “A minha vida não dava um livro, e ainda bem. Em compensação, o facto de os meus livros darem uma vida -- boa ou má, não importa para o caso - , esse facto devo-o, em grande parte, aos momentos de não-glória que acabo de relatar. E estou-lhes muito grato.”
http://www.publico.pt/Cultura/morreu-o-escritor-joao-aguiar_1440364?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29&utm_content=Google+International
A doença que veio a provocar-lhe a morte impediu-o de concluir o livro que preparava sobre a revolução de 1383 (DR - David Nogueira e Ernesto Faísca)
João Casimiro Namorado de Aguiar escreveu mais de duas dezenas de romances e criou duas séries de televisão destinadas ao público mais jovem - “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro”, no qual ele próprio figura na personagem do Tio João.
João Aguiar foi um dos cultores em Portugal do chamado romance histórico, com “A Voz dos Deuses”, publicado em 1984.
João Casimiro Namorado de Aguiar nasceu a 28 de Outubro de 1943 e viveu a infância entre Lisboa - a sua cidade-natal - e a Beira, em Moçambique. A mãe ensinou-o a ler para mantê-lo sossegado na cama, durante um longo período de doença, e de leitor interessado passou rapidamente a aspirante a escritor.
Aos oito anos, tentou ditar um livro de aventuras à irmã Maria João mas o sentido crítico dela arrasou-lhe as pretensões. Insistiu com novas obras que foi deitando para o lixo e teve mesmo um “primeiro” livro que só não viu a luz do dia porque a editora faliu antes. Só depois dos 40 anos publicou o primeiro romance, na Perspetivas & Realidades de João Soares: “A Voz dos Deuses”, uma ficção histórica centrada na figura de Viriato.
Seguiram-se duas dezenas de romances que o levaram a estudar a história mais remota de Portugal - regressou aos primórdios para falar de Sertório e publicou até um trabalho não ficcionado sobre o menino do Lapedo. Viajou para Macau com a ficção para escrever “Os Comedores de Pérolas” e “O Dragão de Fumo”.
Pelo meio, João Aguiar criou duas séries destinadas ao público mais jovem - “Sebastião e os Mundos Secretos” e o “Bando dos Quatro” e fez também o libreto para a ópera “A Orquídea Branca” de Jorge Salgueiro, estreada em 2008.
A doença que veio a provocar-lhe a morte impediu-o de concluir o livro que preparava sobre a revolução de 1383.
João Aguiar frequentou em Lisboa os cursos superiores de Direito e Filosofia mas foi em Bruxelas que se licenciou em Jornalismo, profissão que entretanto tinha começado a exercer. Na Bélgica, fez um pouco de tudo, desde lavar escadas a trabalhar no Turismo de Portugal.
De regresso a Portugal, fez o serviço militar e uma comissão em Angola no sector da acção psicológica, produzindo rádio para as tropas.
Considerou-se sempre jornalista, mesmo passados largos anos desde que abandonara a actividade profissional. Começou pela RTP - onde também coordenou uma série da Rua Sésamo - e passou depois por jornais como "Diário de Notícias", "A Luta", "O País". Fez rádio no Canadá, onde trabalhou com Henrique Mendes.
Dizia-se um “monárquico não tradicionalista”, justificava-o “por uma questão pragmática”. O último romance que publicou - “O Priorado do Cifrão” - era uma “charge” ao mundo criado por Dan Brown.
Numa autobiografia irónica que escreveu para o "Jornal de Letras" em 2005, João Aguiar concluía: “A minha vida não dava um livro, e ainda bem. Em compensação, o facto de os meus livros darem uma vida -- boa ou má, não importa para o caso - , esse facto devo-o, em grande parte, aos momentos de não-glória que acabo de relatar. E estou-lhes muito grato.”
http://www.publico.pt/Cultura/morreu-o-escritor-joao-aguiar_1440364?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+PublicoRSS+%28Publico.pt%29&utm_content=Google+International
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quarta-feira, 2 de junho de 2010
Ferreira Gullar - Prémio Camões 2010
Um instante
Aqui me tenho
Como não me conheço
nem me quis
sem começo
nem fim
aqui me tenho
sem mim
nada lembro
nem sei
à luz presente
sou apenas um bicho
transparente
Ferreira Gullar (pseudónimo de José Ribamar Ferreira) é um poeta, crítico de arte, biógrafo, tradutor, memorialista e ensaísta brasileiro nascido em São Luís do Maranhão, a 10 de Setembro de 1930 .
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terça-feira, 1 de junho de 2010
HOJE É O DIA MUNDIAL DA CRIANÇA
A 8 de Junho passam 80 anos sobre a inauguração do Portugal dos Pequenitos.
Por isso, entre os dias 1 e 10, há programação especial neste que é um dos mais famosos parques temáticos infantis.
Por isso, entre os dias 1 e 10, há programação especial neste que é um dos mais famosos parques temáticos infantis.
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sexta-feira, 28 de maio de 2010
FEIRA DO LIVRO DE AVEIRO
Já abriu, no Rossio.
Hoje, ao final da tarde, as Bibliotecas Escolares do concelho estarão presentes mostrando algumas actividades de promoção da leitura e das literacias.
Nós, ESJE, vamos acompanhar o Lucas e a sua "História da Bolacha Maria". Passem por lá!
Hoje, ao final da tarde, as Bibliotecas Escolares do concelho estarão presentes mostrando algumas actividades de promoção da leitura e das literacias.
Nós, ESJE, vamos acompanhar o Lucas e a sua "História da Bolacha Maria". Passem por lá!
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terça-feira, 25 de maio de 2010
Dia da Escola, dias de escola
Hoje é o Dia da NOSSA ESCOLA.
Ainda em obras, com espaço reduzido, não deixaremos de ter às 17 horas, no refeitório, a sessão de entrega de prémios.
Ao reconhecer publicamente o que de bom fazem alguns dos nossos alunos, estamos a homenagear o nosso patrono!
Não deixem de prestar atenção aos trabalhos finais das áreas de projecto - exposições, demonstrações, colóquios,... trazem sempre muitas surpresas.
Ainda em obras, com espaço reduzido, não deixaremos de ter às 17 horas, no refeitório, a sessão de entrega de prémios.
Ao reconhecer publicamente o que de bom fazem alguns dos nossos alunos, estamos a homenagear o nosso patrono!
Não deixem de prestar atenção aos trabalhos finais das áreas de projecto - exposições, demonstrações, colóquios,... trazem sempre muitas surpresas.
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quarta-feira, 19 de maio de 2010
Música No Domus....
Hoje há música no Domuslibrorum: Guitarra Portuguesa.
A Guitarra portuguesa é um cordofone de 12 cordas em pares oitavados com a afinação BAEBAD. É um instrumento muito versátil, como se pode ouvir nesta composição de Paulo Soares,interpretada pelo autor no átrio do Museu Machado de Castro,Coimbra, Portugal.
Today there is music in Domuslibrorum: Portuguese Guitar.
The Portuguese guitar is a 12-string cordophone eighths in pairs with the pitch BAEBAD. It is a very versatile instrument, as you can hear in this piece of Paulo Soares, played by the author in the lobby of the Museum Machado de Castro, Coimbra, Portugal.
A Guitarra portuguesa é um cordofone de 12 cordas em pares oitavados com a afinação BAEBAD. É um instrumento muito versátil, como se pode ouvir nesta composição de Paulo Soares,interpretada pelo autor no átrio do Museu Machado de Castro,Coimbra, Portugal.
Today there is music in Domuslibrorum: Portuguese Guitar.
The Portuguese guitar is a 12-string cordophone eighths in pairs with the pitch BAEBAD. It is a very versatile instrument, as you can hear in this piece of Paulo Soares, played by the author in the lobby of the Museum Machado de Castro, Coimbra, Portugal.
sábado, 15 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
Livros e estantes
Estante circular , "patente na Universidade de Roskilde, Dinamarca. O ideal para quem mude muitas vezes de casa..." IN
http://dererummundi.blogspot.com/
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
Palavras para reflexão
"Sempre se soube disso (pedofilia), mas hoje podemos constatar de maneira realmente aterradora: a maior das perseguições contra a Igreja não advém de inimigos externos, mas nasce do pecado no seio da Igreja, e a Igreja, portanto, tem uma profunda necessidade de reaprender a penitência, de aceitar a purificação, de aprender, por um lado, o perdão, mas também a justiça. O perdão não substitui a justiça."
PAPA BENTO XVI, de viagem a Portugal - 11 de Maio, a bordo do avião
PAPA BENTO XVI, de viagem a Portugal - 11 de Maio, a bordo do avião
domingo, 9 de maio de 2010
HOJE É O DIA DA EUROPA

Em 9 de Maio de 1950, Robert Schuman apresentou uma proposta de criação de uma Europa organizada, requisito indispensável para a manutenção de relações pacíficas.
Esta proposta, conhecida como "Declaração Schuman", é considerada o começo da criação do que é hoje a União Europeia.
Actualmente o dia 9 de Maio tornou-se um símbolo europeu (Dia da Europa) que, juntamente com a bandeira, o hino, a divisa e a moeda única (o euro), identifica a identidade política da União Europeia. O Dia da Europa constitui uma oportunidade para desenvolver actividades e festejos que aproximam a Europa dos seus cidadãos e os povos da União entre si.
http://europa.eu/abc/symbols/9-may/index_pt.htm
quarta-feira, 5 de maio de 2010
Hoje é o Dia do Ambiente
Lembremo-nos de S. Francisco,
o que nasceu em Assis
e falava com as águas,
com as árvores e com os bichos,
sentindo-se assim feliz
por respeitar todas as coisas
que eram a sua raiz.
E o homem poluidor
do nosso tempo moderno,
destruindo o ambiente,
além de não ser eterno,
acaba sempre por fazer,
mesmo sem o querer,
da nossa vida um inferno.
José Jorge Letria
(in "O livro dos Dias")
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Hoje é o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa.
Bem precioso e nem sempre condignamente respeitado, a liberdade de expressão está consagrada no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
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