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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Redes sociais

http://poramaresoslivros.blogspot.pt/2013/02/redes-sociais-podemos-ou-nao-confiar_6.html

10 situações comuns que podem configurar comportamentos de risco no uso da internet e das redes sociais:
  1. a publicação de informação pessoal em sites públicos, incluindo fotografias;
  2. o envio de informação pessoal a alguém que não se conhece;
  3. a abordagem de assuntos de sexo com alguém que não se conhece pessoalmente;
  4. o acesso a sites pornográficos (frequentemente commalware);
  5. a transferência de ficheiros através do mecanismo P2P (e.g. BitTorrent);
  6. a utilização de nicknames com conotações sexuais;
  7. a partilha de “amigos” desconhecidos através das redes sociais;
  8. a realização de comentários ofensivos (ou difamatórios) sobre racismo e violência;
  9. a realização de plágio e a violação de direitos de autor;
  10. a abertura de anexos desconhecidos de mensagens consideradas “autênticas”.
 

 

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

educação


Foto 
http://www.facebook.com/foreverkids

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

TEDxYouth@Aveiro

No próximo dia 17 de novembro vai realizar-se no Teatro Aveirense mais uma sessão do TEDxYouth@Aveiro.
A nossa Escola vai participar na conceção do palco (alunos de Design dos Cursos Profissionais) , com uma comunicação (Ana Luísa Carvalho, 12.ºA) e com uma performance realizada por 4 alunas (do 8.º A e do 10.ºJ).
No dia 13 de novembro, à semelhança das outras escolas secundárias de Aveiro, a organização vem à nossa escola apresentar o evento numa pequena sessão pública, com duração de 20 minutos, a realizar no nosso Polivalente, das 10h 10m às 10h 30m.
Para mais informações consultar:

quinta-feira, 15 de março de 2012

Cinquentenária e sempre contestatária

Mafalda é uma personagem de banda desenhada pelo argentino Quino. Aparecida em 15 de março de 1962, Mafalda é protagonista de histórias que apresentam uma menina preocupada com a humanidade e a paz mundial e que se revolta, com delicada ironia, com o estado do mundo (ainda) atual.

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Umberto Eco: "O excesso de informação provoca amnésia"

Excertos de uma entrevista dada pelo escritor italiano ao Jornal "Época", conduzida por Luís Antônio Giron http://profdiafonso.blogspot.com/2011/12/umberto-eco-o-excesso-de-informacao.html

ÉPOCA - O senhor tem sido um dos mais ferrenhos defensores do livro em papel. Sua tese é de que o livro não vai acabar. Mesmo assim, estamos assistindo à popularização dos leitores digitais e tablets. O livro em papel ainda tem sentido?
ECO - Sou colecionador de livros. Defendi a sobrevivência do livro ao lado de Jean-Claude Carrière no volume Não contem com o fim do livro. Fizemos isso por motivos estéticos e gnoseológicos (relativo ao conhecimento). O livro ainda é o meio ideal para aprender. Não precisa de eletricidade, e você pode riscar à vontade. Achávamos impossível ler textos no monitor do computador. Mas isso faz dois anos. Em minha viagem pelos Estados Unidos, precisava carregar 20 livros comigo, e meu braço não me ajudava. Por isso, resolvi comprar um iPad. Foi útil na questão do transporte dos volumes. Comecei a ler no aparelho e não achei tão mau. Aliás, achei ótimo. E passei a ler no iPad, você acredita? Pois é. Mesmo assim, acho que os tablets e e-books servem como auxiliares de leitura. São mais para entretenimento que para estudo. Gosto de riscar, anotar e interferir nas páginas de um livro. Isso ainda não é possível fazer num tablet.
ÉPOCA - Apesar dessas melhorias, o senhor ainda vê a internet como um perigo para o saber?
ECO - A internet não seleciona a informação. Há de tudo por lá. A Wikipédia presta um desserviço ao internauta. Outro dia publicaram fofocas a meu respeito, e tive de intervir e corrigir os erros e absurdos. A internet ainda é um mundo selvagem e perigoso. Tudo surge lá sem hierarquia. A imensa quantidade de coisas que circula é pior que a falta de informação. O excesso de informação provoca a amnésia. Informação demais faz mal. Quando não lembramos o que aprendemos, ficamos parecidos com animais. Conhecer é cortar, é selecionar. Vamos tomar como exemplo o ditador e líder romano Júlio César e como os historiadores antigos trataram dele. Todos dizem que foi importante porque alterou a história. Os cronistas romanos só citam sua mulher, Calpúrnia, porque esteve ao lado de César. Nada se sabe sobre a viuvez de Calpúrnia. Se costurou, dedicou-se à educação ou seja lá o que for. Hoje, na internet, Júlio César e Calpúrnia têm a mesma importância. Ora, isso não é conhecimento.
ÉPOCA - Mas o conhecimento está se tornando cada vez mais acessível via computadores e internet. O senhor não acha que o acesso a bancos de dados de universidades e instituições confiáveis estão alterando nossa noção de cultura?
ECO - Sim, é verdade. Se você sabe quais os sites e bancos de dados são confiáveis, você tem acesso ao conhecimento. Mas veja bem: você e eu somos ricos de conhecimento. Podemos aproveitar melhor a internet do que aquele pobre senhor que está comprando salame na feira aí em frente. Nesse sentido, a televisão era útil para o ignorante, porque selecionava a informação de que ele poderia precisar, ainda que informação idiota. A internet é perigosa para o ignorante porque não filtra nada para ele. Ela só é boa para quem já conhece – e sabe onde está o conhecimento. A longo prazo, o resultado pedagógico será dramático. Veremos multidões de ignorantes usando a internet para as mais variadas bobagens: jogos, bate-papos e busca de notícias irrelevantes.
ÉPOCA - Há uma solução para o problema do excesso de informação?
ECO - Seria preciso criar uma teoria da filtragem. Uma disciplina prática, baseada na experimentação cotidiana com a internet. Fica aí uma sugestão para as universidades: elaborar uma teoria e uma ferramenta de filtragem que funcionem para o bem do conhecimento. Conhecer é filtrar.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Comunidade monástica ecuménica Taizé leva “love parade” cristã a Berlim, com 30 mil jovens para derrubar outros muros

O Muro de Berlim caiu em 1989, permitindo a reunificação alemã, mas permanecem outros muros por deitar abaixo. A partir desta quarta-feira, 30 mil jovens invadem a capital alemã numa espécie de “love parade” de jovens cristãos. A ideia é ajudar a derrubar muros de outro género, convocados pela comunidade de monges de Taizé (França), que reúne católicos e protestantes.
“Há muros não apenas entre povos e continentes, mas também muito perto de nós e até dentro do coração humano”, escreve o prior de Taizé, o irmão Aloïs, na carta Rumo a uma nova solidariedade que, até dia 1 de Janeiro, será debatida pelos participantes do encontro. “Pensemos nos preconceitos entre povos diferentes. Pensemos nos imigrantes, tão perto e todavia frequentemente tão distantes. Entre religiões permanece uma ignorância recíproca e os próprios cristãos estão separados em múltiplas confissões”, acrescenta o texto, disponível no site oficial da comunidade.

É a primeira vez que Taizé vai a Berlim para um destes encontros do que a comunidade designa como “peregrinação de confiança através da terra” – e que passou por Lisboa em 2004. A Alemanha é um dos países mais representados nos encontros em Taizé: “Ter um encontro europeu na capital do país tornava-se cada vez importante. Ainda por cima sendo Berlim a cidade simbólica que é, com marcas históricas de separação, divisão e reconciliação”, diz ao PÚBLICO o irmão David, responsável pelos contactos com os media e o único português da comunidade.

Há, no entanto, uma pré-história deste encontro: desde 1961, quando o Muro de Berlim foi construído, os irmãos de Taizé multiplicaram as visitas à parte Leste, sob o domínio comunista. E em 1986, o fundador da comunidade, o irmão Roger Schutz, visitou a cidade para um encontro de jovens, com uma oração simultânea numa igreja católica e outra protestante. Foi necessário garantir às autoridades que não haveria jovens ocidentais a rezar no meio dos seis mil berlinenses de Leste. “Pessoas que viveram esse encontro há 25 anos, jovens nessa altura, foram apoios fundamentais na preparação do encontro que agora começa”, diz o irmão David.

Os 30 mil participantes (entre os quais 400 portugueses) serão acolhidos, por estes dias, em famílias da cidade e arredores. “Muitas famílias que habitualmente não vão às igrejas sentiram-se interpeladas pela iniciativa e vão acolher jovens durante o encontro, dando uma imagem de hospitalidade, mas também de abertura a uma iniciativa religiosa e, quem sabe, a uma busca espiritual”, acrescenta o monge português. Ontem mesmo, muitas famílias sem prática religiosa continuavam a inscrever-se para acolher jovens, contava o irmão David.

Orações, debates e manifestações artísticas

Durante os dias do encontro, os participantes terão tempos de oração nas 150 paróquias protestantes e católicas da cidade de manhã; ao início e ao final da tarde concentram-se nos pavilhões do parque de exposições de Berlim. As orações das 18h serão transmitidas em directo através do site.

O programa completa-se com debates sobre questões sociais, económicas e políticas, manifestações artísticas e religiosas. Nele se incluem uma reflexão bíblica partilhada por uma rabina judia e um monge de Taizé com membros da comunidade judaica; uma visita a uma mesquita e um debate com muçulmanos; um encontro com refugiados e um outro com deputados do Bundestag, o Parlamento federal, sobre a participação dos cidadãos na política – na carta do irmão Aloïs lê-se que é preciso “escutar os jovens que expressam a sua indignação” perante a pobreza e a injustiça, tentando “compreender as suas motivações essenciais”.

Várias personalidades – entre as quais o Papa Bento XVI, o secretário-geral da ONU, Ban Ki Moon, e a chanceler alemã, Angela Merkel – enviaram mensagens aos participantes, também disponíveis no site de Taizé. O Papa escreve que, “perante a pobreza e as injustiças, numerosos jovens deixam-se ganhar pela revolta, pelo desespero ou mesmo pela violência”, mas eles precisam “da paz” que se encontra na fé.

IN http://www.publico.pt/Mundo/

sábado, 10 de dezembro de 2011

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

"O teatro e as serras"

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=u0XJoCCEQvs

Grande Reportagem SIC sobre a encenação da peça "À manhã", de José Luís Peixoto, em Trás-os-Montes pelo Grupo de Teatro Filandorro; uma reportagem de Sofia Arêde e João Gomes (imagem), com edição de imagem de Ricardo Tenreiro.

Um trabalho que nos dá um retrato do encontro entre os actores e a população, entre a ficção e a realidade, um retrato do interior envelhecido e isolado de Portugal.



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Hoje é o Dia Mundial da Alimentação

Sugestão de sítios a visitar e que nos ajudam a adotar um estilo de vida saudável:

- Associação Portuguesa de Nutricionistas
http://www.apn.org.pt/scid/webapn/

- PASSE -Programa Alimentação Saudável em Saúde Escolar
http://www.passe.com.pt/

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

"Que estamos a fazer a nós próprios?"

Velhos, ó meus queridos velhos, saltem-me para os joelhos: vamos brincar?
ALEXANDRE O'NEILL

O número perturbador de velhos portugueses que morreram sós, e estiveram anos sem ninguém disso dar conta, permitiu uma série de piedosas declarações. A "atomização da sociedade", de que falou, admiravelmente, Simone de Beauvoir, num ensaio esquecido mas não datado [La Vieillesse], facilitou o sistema em que sobrevivemos, e que "confina com a barbárie."

Os nossos velhos pagam, amarga e dolorosamente, as nevroses das suas infâncias e as consequências das suas vidas frustradas, esmagadas, irrealizadas e aceitas com a resignação de quem foi alienado para consentir o inevitável declínio. A velhice, tal como as sociedades modernas a tratam, é uma questão de anomalia política, uma mutilação. Podíamos, talvez, atenuar essa violência, essa desolação social, com um pouco de compaixão.

Porém, autorizámos que nos esburacassem os sentimentos. Reparem: deixámo-nos de nos cruzar uns com os outros: simplesmente, atravessamo-nos; afastámo-nos da cordialidade, expulsámo-nos dos laços que nos uniam e justificavam como seres humanos e como comunidade. O nosso coração está oco.

Um país que abandona assim os seus velhos, que assim deixa morrer os seus velhos, é um sítio sem memória, um vácuo no vácuo. Um local inóspito que perdeu a ligação do espiritual e foi ocupado pela desordem estabelecida. Mas os sobressaltos de emoção são momentâneos. A dialéctica da Imprensa impede a durabilidade das nossas indignações, já de si muito ténues e muito frágeis. Os velhos mortos na solidão de todas as mortes serão substituídos pela inclemência da eterna actualidade. Morrem e passam a número. A dissolução do humano assimilou os nossos mais pequenos gestos, as nossas mais escassas fraternidades. A vulgaridade dos factos torna-se banalidade. Chega a ser indecoroso o lado mau da vida que os jornais expõem. Mas é assim. E o que assim é tem muito peso. O peso escandaloso da insensibilidade.

Os nossos velhos não estão, apenas, a morrer nas suas casas geladas de calor humano. Estão a morrer nos jardins, sentados na distância de já haverem perdido o pessoal sentido de identidade. O tempo flui neles e sobre eles, e já lhes não interessa, sequer, a desolação do seu fim de vida. Estão a morrer em caixotes horrendos, os paióis para onde são despejados como inutilidades que se desprezam.

E os jornais vão fornecendo números, levando, finalmente, para as primeiras páginas, aqueles que sempre as tinham merecido. Não gostamos dos nossos velhos. Abandonamo-los nos hospitais, rasuramos da nossa memória os seus afagos de pais e avós, as atenções que nos concederam, o amor que nos ofereceram sem contingências.

Que estamos a fazer a nós próprios?

Baptista-Bastos
http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=1785013&seccao=Baptista Bastos&tag=Opini%E3o - Em Foco&page=-1

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

"Estará a Internet a mudar a nossa forma de pensar?"



Imagem Público | Mike Blake/Reuters

Com este título, o jornal "Público" publicou na sua edição do passado dia 8 um conjunto de depoimentos de filósofos, cientistas, escritores e jornalistas que reflectem sobre as alterações que o ser humano está a sofrer, a nível neuronal, cognitivo, processual e emocional, por efeito do uso, cada vez mais intenso e indispensável, da Internet. Ao longo do ano, no sítio http://www.edge.org , podemos ir acompanhando as respostas que forem sendo dadas a esta questão.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

AMI celebra 25 anos de ajuda humanitária pelo mundo



Comemorou 25 anos no sábado, dia 5, a Assistência Médica Internacional (AMI), cujo lema é "POR UMA ACÇÃO HUMANITÁRIA GLOBAL".

Fundada pelo médico Fernando Nobre, a ONG portuguesa já realizou mais de 200 missões internacionais em 65 países. Da crise dos refugiados no Ruanda, em 1994, ao tsunami no Sri Lanka, em 2004, passando pela mais recente epidemia da dengue em Cabo Verde, a AMI encontra-se no centro dos principais cenários de ajuda humanitária internacional, levando o nome de Portugal aos quatro cantos do Mundo. Actualmente, a fundação tem ainda em curso, em mais de 30 países, projectos de apoio local em áreas fundamentais do desenvolvimento como a saúde e a educação, trabalhando assim para a construção de uma sociedade civil mais esclarecida e interventiva na construção do seu próprio futuro.

Em Portugal, a fundação conta actualmente com 12 equipamentos de combate à pobreza e exclusão social. Entre Portas Amigas e Abrigos Nocturnos, são perto de 8 mil pessoas que diariamente beneficiam do apoio da AMI. Recorde-se que em Novembro último, Fernando Nobre inaugurou no Porto uma Infoteca AMI, equipamento social contra à infoexclusão através da formação na área da informática.

No entanto, apesar do extenso trabalho em Portugal e no mundo, Fernando Nobre considera que o contributo da AMI durante estes 25 anos “é uma gota de água num oceano imenso”.

"Para assinalar os 25 anos e interpelar a sociedade civil para a ajuda humanitária, a AMI conta com uma série de iniciativas a realizar este mês, desde concertos solidários a edição de livros. Na passada quinta-feira, às 18h30, na Sociedade de Geografia de Lisboa foi lançada a obra “Humanidade: Despertar para a Cidadania Global Solidária” de Fernando Nobre. Com chancela da Temas e Debates, a obra, segundo o fundador da ONG portuguesa, apresenta-se como “um espaço de liberdade e de total frontalidade, onde exprimo, sem constrangimentos nem rodeios ou intermediários, as minhas reflexões e pensamentos mais enraizados sobre os desafios, ameaças e esperanças globais que me interpelam enquanto cidadão do Mundo e português."

http://www.ami.org.pt/

Já no próximo dia 11, sexta-feira, destaque para a Aula Magna que recebe, pelas 21:30, o “Concerto Contra a Indiferença” protagonizado pela Orquestra Metropolitana de Lisboa.
Bilhetes já à venda custam entre 5 a 7 euros e revertem integralmente a favor dos projectos da AMI em Portugal."

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres

Maus tratos físicos e psicológicos, casamentos forçados, tráfico de seres humanos e mutilação genital vitimam milhares de pessoas todos os dias, na esmagadora maioria, mulheres.

No Reino Unido, o governo iniciou uma campanha nas escolas, no Dia Internacional para a Eliminação de Todas as Formas de Violência Contra as Mulheres e quer sensibilizar os mais jovens.

Como explica o ministro do Interior, muitas vezes são as pessoas violentadas que têm de abandonar a casa e o governo quer mudar isso. “Queremos mudar atitudes também, em relação às mulheres e adolescentes”, anunciou Alan Johnson.

À semelhança do que já acontece em Espanha e nas cidades portuguesas de Coimbra e Porto, o governo francês quer implementar um sistema de pulseiras electrónicas para controlar os cônjuges violentos. Paris quer ainda criar um delito por “violência psicológica no seio do casal”.

Nadine Morano, a ministra francesa da Família diz que a violência contra as mulheres custa mil milhões de euros por ano, com os centros de acolhimento, o apoio social e médico. Ao tomar medidas de prevenção, o governo espera cortar nas despesas e nos recursos humanos.

Espanha é um dos países com maior taxa de violência doméstica na Europa. Quando assumir a presidência rotativa dos 27 em Janeiro, Madrid quer unificar as políticas e vai propor a criação de um observatório para a violência de genéro.

Em Portugal, os números não são animadores. Em 2009 registaram-se mais 9% de crimes de violência doméstica do que no ano passado.

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