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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013


Quando foi criada, em 2007, a Fundação José Saramago assumiu como um dos seus objectivos a defesa e promoção da cultura nas suas mais diversas formas. O número de Fevereiro da Blimunda, que agora se publica, junta este objectivo a outro, também enunciado na Declaração de Princípios lavrada por José Saramago, o de recuperar autores, figuras da cultura que com o passar dos anos foram caindo numa zona de sombra que os afasta do contacto com o mundo. Por isso este número é dedicado a Michel Giacometti, uma das figuras fundamentais na recuperação do património cultural português.
Para o dossier organizado por Sara Figueiredo Costa contou-se com a colaboração de quatro figuras do panorama musical que, acompanhados de fotografias cedidas pelo Museu da Música Portuguesa, traçam um percurso pelos caminhos trilhados por Giacometti.
Mas a Blimunda está atenta ao futuro, e o futuro passa, segundo algumas opiniões, pelo digital. Acompanhou-se a primeira edição do Congresso ABC da Edição Digital, organizado pela Nave Especial, que junta a editora Pato Lógico à Biodroid, e publicam-se duas entrevistas a André Letria e Gemma Lluch realizadas por Andreia Brites.
A Saramaguiana, ponto de encontro mensal para os leitores de José Saramago, traz um texto de Augusto Rodrigues, Professor da Universidade de Brasília, lido no Congresso Sinfo Saramago, que teve lugar em Lisboa e que terá continuação nos próximos meses.
Boa leitura.
Fundação José Saramago
http://josesaramago.org/383111.html

terça-feira, 12 de junho de 2012

Londres 2012 - Vida no campo invade cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos

http://desporto.publico.pt/noticia.aspx?id=1550025

Vacas, patos, cavalos, todos juntos num prado, ao som de "Underworld", e está criado o cenário para a cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Londres. Danny Boyle, o director artístico, inspirou-se em "Frankenstein" mas chamou-lhe “Isles of Wonder”, numa alusão à "Tempestade" de Shakespeare.
Quando a 27 de Julho, pelas 21h, tocar o maior sino da Europa a assinalar a abertura dos Jogos Olímpicos de Londres, a atmosfera será invadida pelos ares do campo, pois o Estádio Olímpico da capital britânica vai ser transformado num prado, onde não vão faltar animais e outras surpresas.

A ideia para este cenário rural partiu do cineasta Danny Boyle, o director artístico do maior evento desportivo do ano, que encontrou no campo um ambiente comum aos quatro países que compõem o Reino Unido. “[A Grã-Bretanha rural] é real e reúne as quatro nações. É algo que se espalha por todas as nossas terras, mas também desapareceu, tal como uma memória de infância”, afirmou.

Além das 70 ovelhas, 12 cavalos, dez galinhas, nove gansos, três vacas, três cães pastores e duas cabras, também está planeado um jogo de críquete para a cerimónia de abertura, que deverá demorar três horas. “É um verdadeiro prado com relva e animais reais e é realmente algo de que nos orgulhamos”, referiu o cineasta que venceu um Óscar pela realização de “Quem quer ser bilionário”. No recinto, as famílias vão poder organizar piqueniques, fazer desporto e os agricultores cultivar o solo. Os atletas olímpicos vão desfilar à volta do prado, composto por pequenos campos separados por um rio e algumas sebes.

Os ritmos electrónicos de "Underworld" servirão de banda sonora ao evento e, nas duas extremidades do estádio, haverá áreas especialmente criadas para “moches”, onde, tal como nos concertos rock, o público dança de forma violenta. Um dos lados deverá evocar o espírito do festival de "pop" de Glastonbury, que se realiza numa leitaria do Sudoeste de Inglaterra e o outro deverá reflectir a última noite dos "Proms", uma celebração anual de música clássica.
Apesar de Boyle ter afirmado à revista Vogue que se inspirou em algumas ideias do romance “Frankenstein” de Mary Shelley, foi à peça “Tempestade”, de Shakespeare, que a cerimónia foi buscar o nome: “Isles of Wonder”, sendo que a cena de abertura se vai chamar “Green and Pleasant”.

A cerimónia, marcada para 27 de Julho, deverá prolongar-se até à meia-noite e custará cerca de 34 milhões de euros. Danny Boyle preocupou-se em afastar-se do elevado orçamento dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, e aproximar-se do espírito de humanidade dos de Sidney, que, no ano 2000, receberam o título de jogos do Povo. Estima-se uma audiência televisiva de mais de mil milhões de pessoas.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Maria Filomena Mónica na nossa escola

No dia 4 de Maio, às 15 horas, Maria Filomena Mónica discute o seu ensaio “A morte”, com alunos e professores da escola secundária José Estevão, em Aveiro. Há quem defenda a tese de que a moda dos vampiros é o compromisso possível entre a c...rescente secularização da sociedade e a vontade de conservar a ideia da vida eterna, que é reconfortante. Por outras palavras, os filmes, séries e livros de vampiros, bem como o restante universo gótico, são sobretudo histórias de morte contadas como se fôssemos crianças. O ensaio de Filomena Mónica é também um produto do tempo que vivemos, mas a julgar pelo tom literalmente desassombrado com que a autora discute de que modo a sociedade deve encarar a morte, desta vez é provável que os adolescentes da secundária José Estevão sejam tratados como adultos.

http://youtu.be/XWyPWnR6hBY

sábado, 17 de dezembro de 2011

Cesária Évora (Mindelo, 27 de agosto de 1941- 17 de dezembro de2011)

Para ouvir, em jeito de homenagem:

http://letras.terra.com.br/cesaria-evora/343743/

Uma das vozes grandes da lusofonia, conhecida como «a diva dos pés descalços», foi a cantora de maior reconhecimento internacional de toda história da música popular caboverdiana. Apesar de ser sucedida em diversos outros géneros musicais, Cesária Évora foi também apelidada "rainha da morna".

terça-feira, 1 de março de 2011

"A melhor Ciência está próxima da Poesia"

Maria de Sousa, uma vida ao microscópio, uma carreira brilhante na investigação em Imunologia, tanto em Portugal como nos Estados Unidos e em Inglaterra, um a actividade decisiva na criação e coordenação no ensino pós-graduado;: a cientista e professora catedrática jubilada recebe hoje o Prémio Universidade de Coimbra.
IN JL nº 1053, de 9 a 22 de Fevereiro, p. 26

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

“Prometemos ficar calados, só a abater árvores”

“Prometemos ficar calados, só a abater árvores” é uma proposta do Teatro Aveirense, em parceria com a Escola Secundária Homem Cristo e a Escola Secundária Dr. Mário Sacramento, que parte de um exercício de mapeamento da memória e da cartografia da cidade de Aveiro. É um projecto de apropriação de uma cidade inundada. E a construção de uma outra. É uma proposta de destruição da cidade. Uma provocação. Um desdobramento da cidade e consequência da sua deslocação para um palco. É uma partitura e um conjunto de heterotopias. É tudo aquilo que já foi feito mas não por eles. É sobre o inevitável abate de árvores.
http://prometemosficarcalados.blogspot.com/


2 de Dezembro | Quinta-feira | 21h45 | 2 Euros (publico em geral) 1 Euro (estudante)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

JOSÉ E PILAR - Trailer Oficial Portugal

http://vimeo.com/16473738

Sinopse

A Viagem do Elefante, o livro em que Saramago narra as aventuras e desventuras de um paquiderme transportado desde a corte de D. João III à do austríaco Arquiduque Maximiliano, é o ponto de partida para José e Pilar, filme de Miguel Gonçalves Mendes que retrata a relação entre José Saramago e Pilar del Río.

Mostra do dia-a-dia do casal em Lanzarote e Lisboa, na sua casa e em viagens de trabalho por todo o mundo, José e Pilar é um retrato surpreendente de um autor durante o seu processo de criação e da relação de um casal empenhado em mudar o mundo – ou, pelo menos, em torná-lo melhor.

José e Pilar revela um Saramago desconhecido, desfaz ideias feitas e prova que génio e simplicidade são compatíveis. José e Pilar é um olhar sobre a vida de um dos grandes criadores do século XX e a demonstração de que, como diz Saramago, “tudo pode ser contado de outra maneira”.

terça-feira, 1 de junho de 2010

HOJE É O DIA MUNDIAL DA CRIANÇA

A 8 de Junho passam 80 anos sobre a inauguração do Portugal dos Pequenitos.
Por isso, entre os dias 1 e 10, há programação especial neste que é um dos mais famosos parques temáticos infantis.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Música No Domus....

Hoje há música no Domuslibrorum: Guitarra Portuguesa.
A Guitarra portuguesa é um cordofone de 12 cordas em pares oitavados com a afinação BAEBAD. É um instrumento muito versátil, como se pode ouvir nesta composição de Paulo Soares,interpretada pelo autor no átrio do Museu Machado de Castro,Coimbra, Portugal.




Today there is music in Domuslibrorum: Portuguese Guitar.
The Portuguese guitar is a 12-string cordophone eighths in pairs with the pitch BAEBAD. It is a very versatile instrument, as you can hear in this piece of Paulo Soares, played by the author in the lobby of the Museum Machado de Castro, Coimbra, Portugal.

domingo, 28 de março de 2010

Bicentenário do nascimento de "Alexandre Herculano: Homem sem fronteiras"

Um dos nomes fundamentais da Literatura e da História de Portugal, Alexandre Herculano nasceu há dois séculos. Viveu 67 anos. O tempo suficiente para ser poeta, historiador, político, jornalista, agricultor, romancista, polemista, tradutor. O suficiente para ser um inovador do seu tempo. Para, hoje, data do seu aniversário, ser importante falar dele. (...)
Além do romance histórico, escreveu ficção, poesia, ensaios, memórias e narrativas de viagens; foi também tradutor e dramaturgo.
Cláudia Luís http://w3.jn.pt/Domingo/interior.aspx?content_id=1530191

terça-feira, 9 de março de 2010

Prémio Vida Literária para Maria Helena da Rocha Pereira

Maria Helena da Rocha Pereira, um nome maior na área dos Estudos Clássicos, a primeira mulher a apresentar provas públicas de doutoramento e também a primeira catedrática da Universidade de Coimbra, recebeu mais um prémio que reconhece a extraordinária dimensão da sua obra. Trata-se do Prémio Vida Literária, atribuído pela Associação Portuguesa de Escritores.


Leia em
http://dererummundi.blogspot.com/
excertos da interessantíssima entrevista que, há um ano, Maria Helena da Rocha Pereira deu ao jornalista António Guerreiro e que foi publicada no jornal "Expresso" (revista "Actual")

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Projecto OS BICHOS

OS BICHOS - a biodiversidade no tempo dos nossos avós


No âmbito do Ano Internacional da Biodiversidade 2010, o Museu da Ciência da Universidade de Coimbra e o Instituto de Estudos de Literatura Tradicional da Universidade Nova de Lisboa promovem o projecto OS BICHOS, a desenvolver em países de língua oficial portuguesa.

Este projecto consiste na recolha de histórias tradicionais relacionadas com zoologia, mas também com a identificação de conhecimentos empíricos de pesca, pastorícia, pecuária, que possam ter sido usados - ou ainda sejam usados - por pescadores, pastores ou produtores de gado nos seus diversos ofícios. Pretendemos ainda recolher textos em forma de provérbio, adivinha ou lengalenga, desde que sejam de raiz popular e estejam relacionados com as diversas áreas da biologia.
As duas instituições esperam poder contar com a colaboração de parceiros neste projecto, de modo a poder chegar o mais perto possível de pequenas comunidades rurais ou piscatórias, onde este conhecimento ainda não se tenha perdido.



http://www.museudaciencia.pt/index.php

domingo, 24 de janeiro de 2010

O que se guarda dentro de um livro


Coisa maravilhosa: a Biblioteca Municipal de Vila Real vai organizar uma exposição sobre “coisas esquecidas no meio dos livros” — marcadores, anotações avulsas, flores secas, poemas anónimos, cartas, bilhetes de namorados, postais ilustrados que durante meio século foram sendo deixados “no meio dos livros” que foram requisitados das suas estantes. Para isso serviam, também os livros: um bilhete, no meio de um dicionário de Latim, a marcar um encontro junto do muro do Liceu; um queixume enternecido e magoado esquecido entre as páginas de uma monografia sobre cerâmica regional. Um bilhete de cinema a fazer de marcador. A lista pode ser interminável, tal como as florezinhas que se deixavam em certas páginas, onde vinham os sonetos de amor. A ideia é de puro génio.

[Na coluna do Correio da Manhã] IN http://origemdasespecies.blogs.sapo.pt/

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Festival "A Língua Toda" - em Aveiro, de 16 a 19 de Outubro.



A Associação Oficinas Sem Mestre (OSM) une-se à Editora Alma Azul para celebrar, de 16 a 19 de Outubro em Aveiro, no festival comemorativo A LÍNGUA TODA, os 10 anos de existência da editora dedicados à literatura, à celebração dos seus autores e seus públicos, contribuindo para a facilitação do acesso de uns às palavras pensantes de outros.

Eu quero ler. E tu? Este é o lema-convite da Alma Azul que deu o mote para o programa poético criado pela OSM.
Haverá diálogos improvisados ao vivo entre palavra dita e música (16 Outubro, 22h30, no Performas), conversas e debate sobre a Identidade Cultural Portuguesa, partindo de Eça de Queiroz e Eduardo Lourenço (17 de Outubro, 18h, na Binibag-guesthouse), projecção de filmes sobre Alberto Pimenta e Antero de Quental, com a presença dos seus realizadores (17 de Outubro, com Edgar Pêra e 19 de Outubro, com José Medeiros, às 22h na sala estúdio do Teatro Aveirense); um Workshop de Escrita Criativa com crianças (18 Outubro, 11h30, na Binibag-GuestHouse) e uma Oficina de Leitura da obra de Fernando Pessoa (18 de Outubro, 18h Mercado Negro) a que se segue uma tertúlia com a psicóloga Joana Amaral Dias e Elsa Ligeiro (Alma Azul), seguida de um jantar para alimentar a continuação das conversas.
Ao longo do fim-de-semana haverá também festas com DJ´s no Lobbie bar (17 Outubro, 24h) e Mercado Negro (18 Outubro, 22h) e poemas para todos, disponíveis na Pizzarte, Clandestino, Lobbie bar, Performas e Mercado Negro.

A Associação Oficinas Sem Mestre, sediada em Aveiro, é uma associação sem fins lucrativos que promove a reflexão pluridisciplinar sobre temas da Saúde Mental, actuando pela criação de actividades e eventos que contribuam para o desenvolvimento de sinergias na comunidade.

terça-feira, 30 de junho de 2009

«Far other worlds and other seas»

A partir de amanhã e até sábado, a Universidade do Porto vai ser a capital da Utopia europeia. Durante estes quatro dias mais de 200 investigadores oriundos de universidades de todo o mundo vão reunir-se na Reitoria da Universidade do Porto para o 10º Congresso Internacional da Sociedade Europeia de Estudos Utópicos, que terá por título «Far other worlds and other seas».

De carácter eminentemente interdisciplinar, a área dos Estudos sobre a Utopia engloba temas tão diversos como a Arquitectura, o Planeamento Urbano, Ciência, Educação, Política, Literatura, Cinema ou Ambiente. Para abordarem todas estas matérias foram convidados mais de 200 investigadores que estarão divididos por 42 painéis.


http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=32868&op=all

O programa completo pode ser consultado na página http://web.letras.up.pt/uss2009.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Vasco Granja (1925-4/5/2009) - Foi o primeiro a usar o termo "banda desenhada"


Vasco Granja, divulgador de banda desenhada e do cinema de animação em Portugal, morreu esta madrugada em Cascais. Tinha 83 anos.

Autodidacta e com múltiplos interesses culturais ao longo da sua vida, Vasco Granja nasceu em Campo de Ourique (Lisboa) a 10 de Julho de 1925. Começou a trabalhar, ainda muito novo, nos antigos Grandes Armazéns do Chiado, e depois ao balcão da Tabacaria Travassos, na baixa lisboeta, que consideraria, anos mais tarde, a sua universidade. O seu interesse pelo cinema surge na adolescência e aos 16 anos chegaria a ser admitido como segundo assistente de fotografia no filme “A Noiva do Brasli”, de Santos Neves.

No início da década de 50 envolve-se no movimento cineclubista, tendo desempenhado funções directivas no Cine-Clube Imagem. Granja foi preso pela primeira vez pela polícia política do Estado Novo em Novembro de 1954, quando militava clandestinamente no PCP. Esteve preso sem julgamento seis meses e quando foi libertado voltou às suas actividades cineclubísticas e à divulgação cultural na imprensa. Datam de 1958 os seus primeiros artigos sobre o cinema de animação, nomeadamente na sequência da descoberta dos filmes experimentais do canadiano Norman McLaren.

No início da década de 60 arranja trabalho na Livraria Bertrand, onde se manteve até à reforma.
É preso de novo em 1963, julgado e condenado a 18 meses de prisão. Quando foi libertado, em 1965, Vasco Granja retoma a sua actividade cultural, com artigos nos “media” sobre cinema e literatura.
O seu nome é habitualmente associado à divulgação da banda desenhada em Portugal. O termo “banda desenhada” é, aliás, utilizado pela primeira vez por Granja num artigo publicado pelo “Diário Popular” em 19 de Novembro de 1966.

Integra a equipa fundadora da revista francesa de crítica e ensaio de banda desenhada “Phénix”, nos anos 60 e participa regularmente no Salone Internazionale dei Comics, em Lucca (Itália), o mais importante encontro do género nos anos 70.

Em Portugal, a sua actividade de divulgação da banda desenhada intensifica-se a partir do aparecimento da edição portuguesa da revista “Tintin”, em Junho de 1968, onde escrevia e traduzia artigo, além de ter a responsabilidade da secção de cartas aos leitores. Foi director da segunda série da revista “Spirou” (edição portuguesa) e coordenador da edição de banda desenhada da Bertrand. Animou o “Quadrinhos”, um dos primeiros fanzines surgidos em Portugal, em 1972. Esteve ligado à fundação da primeira livraria especializada de BD em Lisboa, O Mundo da Banda Desenhada, em 1978.

Em 1974 e 1975 integra o júri do Salão Internacional de BD de Angoulême. Depois de 25 de Abril de 1974, Vasco Granja mantém um programa regular sobre cinema de animação na RTP, que teve mais de 1000 emissões e divulgou sistematicamente as grandes escolas internacionais do género. Estava reformado desde 1990.

04.05.2009 - 16h04 - Carlos Pessoa - Público on line

entrevista a (re)ler/ver: "Uma vida cheia de animação" ; em:

http://www.amordeperdicao.pt/especiais_solo.asp?artigoid=119

domingo, 3 de maio de 2009

ADERAV, 30 anos

Nasceu em escritura notarial de 3/5/1979, a Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro, visando "a inventariação, a salvaguarda, a defesa,a valorização e o estudo do património natural e cultural da região de Aveiro nos seus aspectos monumental, urbanístico, natural, histórico, arqueológico, etnográfico,artístico e ecológico, bem como o intercâmbio de conhecimentos com outras associações congéneres do país ou do estrangeiro", consoante se lê nos seus estatutos.