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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Centenário do Museu de Aveiro



A AMUSA – Associação dos Amigos do Museu de Aveiro e o Museu de Aveiro promoveram no  dia 28 de outubro uma palestra sobre Santa Joana e a sua presença e memória secular no Mosteiro e em Aveiro; foi orador o vigário geral da Diocese, Monsenhor João Gaspar.
Seguiu-se um concerto na Igreja de Jesus, pelo Coro da Sé Catedral da cidade.
Esta iniciativa insere-se nas comemorações dos 100 anos do Museu de Aveiro, que se prolongam até dia 6 de junho de 2013.
Para dia 8 de dezembro, às 15H00, está agendada uma palestra, por Isabel Sousa Pereira, acerca dos 100 anos do Museu de Aveiro. Haverá ainda cinco pequenas palestras, pelos conservadores do museu, acerca das coleções de que são responsáveis.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Arquitectos ´honoris causa´pela Universidade de Aveir


Álvaro Siza Vieira, Eduardo Souto Moura e Alcino Soutinho, "figuras ímpares e protagonistas na construção da identidade da Universidade", serão esta tarde homenageados pela Universidade de Aveiro, sendo distinguidos com o doutoramento ´honoris causa´, numa cerimónia que celebra o 38.º aniversário da instituição e que conta com as presenças do primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, e do ministro da Educação, Nuno Crato.
"Com esta distinção, a UA pretende homenagear as impressões digitais que cada um destes arquitetos deixou um pouco por todo o mundo e, em especial, no Campus Universitário de Santiago, o único local onde se podem ver obras de dois Prémios Pritzker praticamente lado a lado.
" (Souto Moura, em 2011, e Siza Vieira, em 1992).
As obras dos três arquitetos - Biblioteca e Depósito de Água (Siza Vieira), o departamento de Geociências (Souto Moura) e o departamento de Química e de Engenharia de Cerâmica e do Vidro (Alcino Soutinho) - e os demais edifícios do campus da UA constituem «um museu aberto" de arte e arquitetura contemporâneas.

quinta-feira, 26 de maio de 2011

AVEIRO, FEIRA DO LIVRO E DA MÚSICA 2011

No Rossio, de 26 de Maio a 5 de Junho

Horário:
2ª a 5ª feira – 17:00h às 23:00h
6ª feira – 17:00h às 24:00h
Sábado – 10:00h às 24:00h
Domingo – 10:00h às 23:00h
Dia 1 de Junho – das 10:00h às 23:00h

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Lauro Corado, um aveirense em Aveiro

Exposição no edifício da Capitania - acervo municipal de Lauro António

Até 12 de Setembro.
De 3ªa 6ª: 14h00-18h00; ao Sábado: 15h00-19h00 / 21h00-23h30; ao Domingo: 15h00-19h00
Entrada livre

sábado, 9 de janeiro de 2010

São Gonçalinho

É uma das festas mais queridas das gentes de Aveiro e do bairro da beira-mar. Este ano, o dia de S. Gonçalinho, 10 de Janeiro, calha ao domingo.

Dos santos todos de Aveiro,
Desta terra, deste céu,
S. Gonçalinho é sem dúvida
O santo mais cagaréu.

(Amadeu de Sousa)

Apanhem, aí vem cavaca!

Sugestão de leitura:
http://www.prof2000.pt/users/avcultur/gasparalbino/Pg001200.htm


domingo, 7 de junho de 2009

Bicentenário de José Estêvão

Há 100 anos (26/12/1909), em Aveiro, na Praça de Joaquim Melo Freitas (antiga Praça do Comércio), foi inaugurado o OBELISCO DA LIBERDADE, para comemorar o primeiro centenário do nascimento do Dr José Estêvão Coelho de Magalhães e também para evocar a colaboração notável que esta cidsade teve nas lutas liberais, em particular os aveirenses condenados à morte por terem sido pioneiros na revolução de 16 de Maio de 1828. Esta iniciativa pertenceu ao "Clube dos Galitos"; o monumento, com cariz da chamada "Arte Nova", é da autoria de Ernesto Korrodi. Durante a cerimónia, tocou pela primeira vez a "Banda de José Estêvão", organizada e dirigida por António Santos Lé.


(João Gonçalves Gaspar, In "AVEIRO 2009, Recordando Efemérides"; edição da Diocese de Aveiro, 2009)

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Neste DIA DA NOSSA ESCOLA celebramos os 200 anos do nosso patrono


José Estêvão Coelho de Magalhães


Nasceu em Aveiro em 26 de Dezembro de 1809, na freguesia da Apresentação. A sua formação escolar foi brilhante como aluno universitário de reputado nome, licenciando-se em Direito e regendo de seguida a cadeira de Economia, na Escola Politécnica de Lisboa. Depois de militar contra D. Miguel quando este se afirmou como usurpador do trono e insatisfeito com a vitória liberal de 1834, José Estevão juntou-se aos liberais mais radicais - os Setembristas, ao lado de Passos Manuel e Costa Cabral, passando a ter lugar no Parlamento. Aqui, sem esquecer a terra natal, desenvolveu notável acção em defesa dos desprotegidos, dos perseguidos e, sobretudo, dos interesses nacionais, afirmando-se como um dos principais expoentes da Oratória parlamentar portuguesa de todos os tempos. Algumas das suas intervenções ficaram memoráveis. Morreu em 1862.

Defensor da urgência de continuadas obras na barra da Aveiro, da construção de um farol e de muitos outros benefícios regionais, [como a criação do Liceu Nacional de Aveiro] foi também intransigente na passagem do caminho de ferro pela sua cidade, vindo este a ser inaugurado, até à estação de Aveiro, quando os seus restos mortais aqui chegaram, em 1864. Em 1889, por reconhecimento público, Aveiro recebeu a estátua do grande paladino com grandes festejos, assim homenageando um dos seus filhos mais ilustres dos tempos contemporâneos.



http://aveirana.doc.ua.pt/joseestevao.htm

e também

http://www.prof2000.pt/users/hjco/JEsteweb/

segunda-feira, 18 de maio de 2009

HOJE É O DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS





AVEIRO COMEMORA O DIA INTERNACIONAL DOS MUSEUS – 18 DE MAIO

Várias serão as actividades que o Município de Aveiro vai promover nesse dia. Todos os núcleos museológicos do Museu da Cidade de Aveiro, Museu Arte Nova (futuro), Ecomuseu Marinha da Troncalhada e Museu Etnográfico de Requeixo, estarão de portas abertas das 10.00 às 12.30 horas e das 14.30 e 19.00 horas.

11.00 horas
Inauguração da Exposição “Direitos Humanos Hoje: ponto de situação”
Hall da CUFC. Da parte da tarde

14.30 horas
Inauguração da Exposição 100 Anos da Linha do Vale do Vouga
Descerramento da Placa Comemorativa dos 100 Anos da Linha do Vale do Vouga.
Edifí
cio da antiga Estação de Comboios

18.30 horas
Inserido no segundo ciclo “Aveirenses Ilustres” será evocado Manuel José Mendes Leite com as intervenções de Armando França e João Viana Machado
Edifício da antiga Capitania.

Recordamos que a Exposição 100 Anos da Linha do Vale do Vouga estará patente até 21 de Junho, podendo ser visitada de terça a domingo, das 14.00 às 19.00 horas. Nos dias 18, 29 de Maio, 4, 9, 12 e 15 de Junho, no período da tarde, estará disponível um autocarro gratuito (máximo de 27 lugares) que fará o transporte das pessoas interessadas em visitar a exposição. A entrada é gratuita, sendo obrigatório proceder a marcação prévia até ao dia 14 de Maio, no Museu da Cidade.





IN http://www.cm-aveiro.pt/www/Templates/GenericDetails.aspx?id_object=31942

sábado, 16 de maio de 2009

II Congresso Republicano de Aveiro - 60 anos depois

O II Congresso Republicano de Aveiro reuniu em Aveiro, nos dias 15, 16 e 17 de Maio de 1969, «várias centenas de congressistas, vindos de todo o país («liberais», «republicanos» e «esquerdistas»), opositores ao regime ditatorial que então vigorava, irmanados no propósito da instauração da democracia e liberdade em Portugal».

NOTÁVEIS: A organização, refere o Governo Civil, “esteve a cargo de um conjunto de notáveis individualidades do distrito”, entre as quais Álvaro Seiça Neves, Costa e Melo, Artur Bártolo, Augusto Chaves, Carlos Candal, Flávio Sardo, João Sarabando, Joaquim Silveira, Jorge Sarabando, Santos Pato ou Élio Sucena. O cargo de secretário-geral não foi preenchido, no propósito de se prestar homenagem a memória de Mário Sacramento, que havia exercido essa função no Congresso de 1957 e falecera pouco antes de este se iniciar..
A sessão inaugural foi presidida pelo Coronel Hélder Ribeiro, antigo Ministro da República. As seguintes decorreram sob a presidência do Prof. Rodrigues Lapa, tendo sido apresentadas mais de 70 teses, mensagens e saudações. Em ano de eleições, as oposições propunham-se estabelecer uma plataforma de entendimento para fazerem eleger candidatos seus à Assembleia Nacional. Unidade e diálogo foram, por isso, o denominador comum das diferentes intervenções.

POLÍTICOS: A maioria das teses versou a análise das instituições políticas e do Governo. Para além de intelectuais como Rodrigues Lapa, Óscar Lopes ou Urbano Tavares Rodrigues, participaram muitas personalidades da geração política que viria a governar o país no pós-25 de Abril, como Mário Soares, Salgado Zenha ou Vitorino Magalhães Godinho.


Comemorar o II Congresso Republicano de Aveiro, para além da justa exaltação da memória dos homens e mulheres que o idealizaram e tornaram possível, constituirá, na opinião do Governador Civil de Aveiro, Filipe Neto Brandão, “uma oportunidade para revisitar os valores republicanos enquanto projecto, nunca acabado, de regeneração política e de afirmação de cidadania.”»

Segundo o Governo Civil, «com a comemoração dos quarenta anos do II Congresso Republicano de Aveiro, o Governo Civil de Aveiro pretende oferecer o seu contributo para a celebração do relevante papel que o ideário republicano sempre desempenhou como plataforma comum da luta pela liberdade, pela democracia e cidadania plenas, bem como do papel da cidade de Aveiro enquanto pólo aglutinador desse heróico combate…


O acontecimento, às 17 horas, no Teatro Aveirense, contará com intervenções de Filipe Neto Brandão (Governador Civil de Aveiro), Élio Maia (presidente da Câmara Municipal de Aveiro), Artur Santos Silva (presidente da Comissão para as Comemorações do Centenário da República), Mário Soares, congressista há 40 anos e ex-Presidente da República) e Rui Pereira, em representação do Primeiro-Ministro.

A entrada na sessão é livre.




FONTE: Governo Civil de Aveiro

terça-feira, 12 de maio de 2009

HOJE É DIA DA NOSSA CIDADE, "Menina da Ria"


"Uma moça de lá do outro lado da poça
Numa aparição transatlântica
Me encheu de elegante alegria
(Ai Portugal, ovos moles, Aveiro)
E uma preta (parece que eu estou na Bahia)
Tão linda quanto ela e dizia
No seu português lusitano:
'Pode o Caetano tirar uma foto?'"
,

assim canta o músico baiano, Caetano Veloso, no seu trabalho discográfico agora lançado.


Numa entrevista divulgada pela editora Universal, Caetano Veloso recordou que "Menina do Ria" resulta de uma promessa feita ao público durante um concerto seu, em 2008, em Aveiro.

A ria "é uma característica da cidade. É muito bonita. Todo o mundo fala 'a ria'. Eu comentei na hora do show, só de violão: eu vou fazer uma música chamada 'Menina da ria'. Eles riram muito, aplaudiram, fiquei com esse compromisso, cheguei no Brasil e fiz", explicou o compositor.

Caetano Veloso cumpriu a promessa e escreveu a canção sobre Aveiro e a sua ria, referindo os barcos da ria, os ovos-moles, as casas "art-nouveau" ...



E que tal visitarmos gratuitamente o Museu de Aveiro, hoje, quando se homenageia Santa Joana?

domingo, 3 de maio de 2009

ADERAV, 30 anos

Nasceu em escritura notarial de 3/5/1979, a Associação para o Estudo e Defesa do Património Natural e Cultural da Região de Aveiro, visando "a inventariação, a salvaguarda, a defesa,a valorização e o estudo do património natural e cultural da região de Aveiro nos seus aspectos monumental, urbanístico, natural, histórico, arqueológico, etnográfico,artístico e ecológico, bem como o intercâmbio de conhecimentos com outras associações congéneres do país ou do estrangeiro", consoante se lê nos seus estatutos.

terça-feira, 3 de março de 2009

Aveiro2009 – Recordando Efemérides

Foi lançado no sábado passado "o mais recente livro de Mons. João Gonçalves Gaspar – Aveiro2009 – Recordando Efemérides –, no Museu da Cidade. Apresentou a obra Delfim Bismark Ferreira. Teceu naturais e justos elogios ao autor, que já publicou mais de 30 títulos, a maioria dos quais à volta de Aveiro e sua região, mas também sobre vultos da história local.
Mons. João Gaspar pensou este trabalho há uns três meses. Pegando na ideia, buscou na história e na memória o que de relevante aconteceu em cada mês, de muitos anos “redondos”. Começou, obviamente, pela data mais antiga – 12 de Junho de 922 – que se refere provavelmente a Aveiro. Diz assim: “D. Ordonho II, rei da Galiza e de Leão, assinou uma importante doação em favor do Mosteiro de Crestuma, onde se menciona o PORTU DE ALIOVIRIO; se este topónimo corresponder a uma anotação alterada de ‘Alavário’, temos aqui a primeira referência histórica a Aveiro.”
Fiquemos então com esta data que assinala o primeiro “baptismo” de Aveiro. Mas o livro tem muitas outras curiosidades que nos levam a visitas bem guiadas, através dos séculos e até quase aos nossos dias, pela vida da terra aveirense e das suas gentes.
Esta obra, com edição de excelente papel e profusamente ilustrada, insere-se perfeitamente nas celebrações dos 250 anos da elevação de Aveiro a cidade. Com capa de Hugo Rios, a partir de desenho de Sara Bandarra, e composição de José Luís Santos, este livro é um regalo para os olhos e para o espírito de quem sente o património histórico como parte integrante do seu próprio ser.
Mons. João Gaspar, provavelmente o mais prolífero historiador aveirense, não se poupa e esforços para nos ofertar, com alguma frequência, lampejos da sua sensibilidade e do seu labor, carregados de aveirismo, onde o eixense, que ele é também, mergulhou há muito, com assinalada paixão.
Deste trabalho haverei de falar e de escrever algumas vezes, ao sabor das efemérides que o autor tão bem soube registar em letra de forma, com belas e oportunas fotografias."



http://www.pela-positiva.blogspot.com/

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

A História passou por aqui......

Na galeria do edifício sede da Assembleia Municipal (antiga Capitania de Aveiro):
exposição “Dos artefactos à escrita”.

Comissários: Eng.º Paulo Morgado e Dra. Sónia Filipe.

No Museu da Cidade :
exposição “BI Aveiro (959 – 2009)”.
Comissárias: Professora Doutora Maria Helena da Cruz Coelho e Professora Doutora Maria José Azevedo Santos.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Há 1050 anos: primeira referência escrita a AVEIRO

"No documento de doação testamentária efectuada pela condessa Mumadona Dias ao mosteiro de Guimarães, em 26 de Janeiro de 959, consta a referência a "Suis terras in Alauario et Salinas", sendo esta a mais antiga forma que se conhece do topónimo Aveiro.
No século XIII, Aveiro foi elevada à categoria de vila, desenvolvendo-se a povoação à volta da igreja principal, consagrada a S. Miguel e situada onde é, hoje, a Praça da República, vindo esse templo a ser demolido em 1835.
Mais tarde, D. João I, a conselho de seu filho, Infante D. Pedro, que, na altura, era donatário de Aveiro, mandou rodeá-la de muralhas que, já no século XIX, foram demolidas, sendo parte das pedras utilizada na construçào dos molhes da barra nova.
Em 1434, D. Duarte concedeu à vila privilégio de realizar uma feira franca anual que chegou aos nossos dias e é conhecida por Feira de Março.
Em 1472, a filha de Afonso V, Infanta D. Joana, entrou no Convento de Jesus, onde viria a falecer, em 12 de Maio de 1490, efeméride recordada actualmente, no feriado municipal. A estada da filha do Rei teve importantes repercussões para Aveiro, chamando a atenção para a vila e favorecendo o seu desenvolvimento.
O primeiro foral conhecido de Aveiro é manuelino e data de 4 de Agosto de 1515, constando do Livro de Leituras Novas de Forais da Estremadura.
A magnífica situação geográfica propiciou, desde muito cedo, a fixação da população, sendo a salinagem, as pescas e o comércio marítimo factores determinantes de desenvolvimento.
Em finais do século XVI, princípios do XVII, a instabilidade da vital comunicação entre a Ria e o mar levou ao fecho do canal, impedindo a utilização do porto e criando condições de insalubridade, provocadas pela estagnação das águas da laguna, causas estas que provocaram uma grande diminuição do número de habitantes - muitos dos quais emigraram, criando póvoas piscatórias ao longo da costa portuguesa - e, consequentemente, estiveram na base de uma grande crise económica e social. Foi, porém e curiosamente, nesta fase de recessão que se construiu, em plena dominação filípina, um dos mais notáveis templos aveirenses: a igreja da Misericórdia.
Em 1759, D. José I elevou Aveiro a cidade, poucos meses depois de ter condenado, ao cadafalso, o seu último duque, título criado, em 1547, por D. João III.
Em 1774, a pedido de D. José, o papa Clemente XIV instituiu uma nova diocese, com sede em Aveiro.
No século XIX, destaca-se a activa participação de aveirenses nas Lutas Liberais e a personalidade de José Estêvão Coelho de Magalhães, parlamentar que desempenhou um papel determinante no que respeita à fixação da actual barra e no desenvolvimento dos transportes, muito especialmente, a passagem da linha de caminho de ferro Lisboa-Porto, obras estas de capital importância para o desenvolvimento da cidade, permitindo-lhe ocupar, hoje em dia lugar de topo no contexto económico nacional."

BIBLIOGRAFIA: DIAS, Diamantino, Revista AVEIRO, Câmara Municipal de Aveiro, pp. 8, 2ª Edição, Julho de 1997.

IN http://www.divasecontrabaixos.blogspot.com