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segunda-feira, 27 de maio de 2013

O "milagre" da expansão da cortiça Hugo Torres e Vera Moutinho 25/05/2013 - 13:41

Os investigadores Helena Pereira e António Velez descobriram um método para aumentar o volume da cortiça através de micro-ondas. O projecto é finalista no Prémio Europeu do Inventor, cujos vencedores serão anunciados pelo Instituto Europeu de Patentes a 28 de Maio, em Amesterdão.
 
Hugo Torres e Vera Moutinho , Público,  25/05/2013

Vídeo em 
http://www.publico.pt/multimedia/video/o-milagre-da-expansao-da-cortica-20130523-135737

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Evolução

 Evolution is often considered a complex and controversial topic but it's actually a very simple concept to understand. Watch this short animation to see how ...

 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

 
 Neste ano de 2013 o Museu de Marinha comemora 150 anos. Na evocação desta efeméride o Serviço Educativo pretende eleger 150 objectos representativos das colecções do Museu de Marinha, aos olhos dos nossos mais jovens visitantes.
A QUEM SE DESTINA:
· Este projecto destina-se a todas as turmas, de todos os graus de ensino, que visitem o Museu durante este ano de 2013, seja em contexto de visita orientada, ou em visita livre.
COMO PARTICIPAR:
· Para inscrever a sua turma só tem de responder a este email indicando os seguintes elementos:
- Agendar a visita do seu grupo ao Museu (ou indicar a data da visita, caso já esteja agendada).
- Identificação da Escola.
- Identificação da turma (nº de alunos e ano de escolaridade).
- Nome do Professor responsável.
- telefone e email para contacto.
· Durante ou após a visita, os alunos (individualmente ou em grupo) deverão seleccionar objectos que depois, na escola, irão trabalhar, explorando as suas diferentes dimensões.
DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO:
· Os objectos seleccionados serão “objectos-geradores” que potenciarão a descoberta e construção de conhecimento, estreitando laços entre a Escola e o Museu, numa perspectiva interdisciplinar.
· Na escola e/ou em casa, com o apoio do/s docente/s envolvidos e do Serviço Educativo do Museu, exploram o objecto.
· Definem campos de pesquisa, recolhem informações e cruzam conhecimentos, a partir de fontes diversas: livros, revistas, fotografias, eventuais visitas a outros museus e outros espaços.
· Produção e apresentação final do trabalho: Pode ser um cartaz, um modelo em 3D, um texto, algo que mostre de forma criativa, os conhecimentos apreendidos (e aprendidos!) a partir daquele objecto.
EXPOSIÇÃO:
· No final do ano lectivo serão seleccionados os 150 objectos e respectivas produções a eles associadas, para uma exposição de trabalhos escolares.
· Os trabalhos deverão ser realizados em suporte material, em 2D ou 3D, e poderão ser entregues até à 3ª semana de junho.
 
Mobilize os seus alunos na participação desta Festa de Aniversário do Museu de Marinha!
 

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

"Rómulo de Carvalho/António Gedeão, o Príncipe Perfeito"

 
 
Dele já havia uma autobiografia publicada em 2010 pela Fundação Gulbenkian - Memórias.

A filha do professor de ciências e poeta, Cristina Carvalho, escreveu agora uma biografia da personagem ímpar da cultura portuguesa do século XX - um retrato "familiar" de um autor cuja memória continua a ser inspiradora.

Cristina Carvalho, também ela escritora, é autora de "O GATO DE UPPSALA", "LUSCO-FUSCO", "A CASA DAS AURORAS", "NOCTURNO: O ROMANCE DE CHOPIN", "ANA DE LONDRES", "ATÉ JÁ NÃO É ADEUS", entre outras obras.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

A Terra é mesmo mãe da Lua

A Terra é mesmo mãe da Lua, pelo menos é o que confirmam três artigos acabados de publicar. Até agora, a teoria mais consensual sobre a origem da Lua diz que ela resultou de uma colisão com a Terra, mas os novos estudos, além de corroborarem esse nascimento violento, levantam dúvidas sobre a paternidade do nosso satélite natural.

http://publico.pt/Ciências/a-terra-e-mae-da-lua-mas-nao-se-sabe-bem-quem-e-o-pai-1567841http://publico.pt/Ciências/a-terra-e-mae-da-lua-mas-nao-se-sabe-bem-quem-e-o-pai-1567841

O PORTUGUÊS QUE TRABALHOU COM O NOBEL DA QUÍMICA 2012

 
 
David Aragão ficou todo satisfeito quando abriu, ontem, a sua caixa de correio eletrónico. Tinha uma mensagem de Brian Kobilka, um dos dois norte- americanos a quem a Real Academia das Ciências sueca atribuiu há dias o Prémio Nobel da Química 2012 – o outro foi Robert Lefkowitz. “Logo na quarta- feira, quando foi anunciado o prémio, mandei- lhe um e- mail a dar- lhe os parabéns e nem estava à espera que me respondesse tão depressa, porque deve ter recebido imensas mensagens”, conta o investigador português.
(....)
Atualmente investigador no Australian Synchrotron, em Melburne, David Aragão tem uma história em comum com Brian Kobilka. O jovem português trabalhou de perto com o novo Nobel da Química durante dois anos, e em janeiro de 2011, foi um dos coautores do artigo publicado na revista Nature que o comité Nobel considerou a “cereja no topo do bolo” do trabalho realizado pelo cientista norte- americano na busca dos recetores acoplados à proteína G, como são designados estes recetores celulares, que estão na base de algumas funções básicas do organismo e cuja descodificação foi o motivo do Nobel.
(...)
Já este ano, David Aragão publicou outro artigo na Nature, na sua própria linha de trabalho, e agora, na Austrália, continua a perseguir proteínas de membranas celulares que poderão dar respostas no combate a doenças por bactérias.
 

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Projeto «Newton gostava de ler!» vence primeiro prémio no concurso «Ciencia en Acción»

 

Dos dois projetos da Fábrica Centro Ciência Viva de Aveiro selecionados para a final do concurso «Ciência en Acción», o projeto «Newton gostava de ler!», desenvolvido em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, venceu o primeiro prémio em ex aequo na modalidade «Materiais Didáticos de Ciência». O evento decorreu de 5 a 7 de outubro, na CosmoCaixa de Alcobendas, em Madrid.
A nossa ecola tem participado neste projeto que promove, nas bibliotecas das escolas de vários agrupamentos em Aveiro, Estarreja e em Sintra, um programa anual de atividades que visa aproximar literatura e ciência, partindo de um primeiro momento de leitura de uma obra ou de um excerto literários, para a exploração de fenómenos, conceitos, experiências científicas simples. O júri valorizou especialmente a combinação, numa só proposta, de ciência/leitura/experiência, envolvendo diversas temáticas e materiais simples.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Novos episódios da Química das Coisas disponíveis on line a partir de 1 de outubro

Os 13 novos episódios de «A Química das Coisas», começam a ser disponibilizados no site oficial do projeto, no Facebook, no Youtube e outros repositórios web, ao ritmo de dois por semana,já a partir do próximo dia 1 de outubro.
«A Química das Coisas», um projecto de divulgação de ciênciado Departamento de Química da Universidade de Aveiro, produzido pelo Science Office, desvenda a química escondida no nosso dia a dia e mostra como os desenvolvimentos recentes desta ciência contribuem para o nosso bem-estar.
Os novos episódios focam de novo temas relacionados com o nosso quotidiano e demonstram como a química está nele tão presente como a química das piscinas, das notas de euro, da investigação criminal, do fogo de artifício ou do delicioso chocolate.
Para além dos episódios, professores e alunos poderão aceder no website aquimicadascoisas.org a todos os recursos produzidos para este projeto, designadamente todos os vídeos, ilustrações científicas e textos e encontrarão certamente muitos material que poderão utilizar nas salas de aula ou na preparação de trabalhos. A «Química das Coisa» está também disponível em versão iPad.
A «Química das Coisas» foi produzida no âmbito do Ano Internacional da Química 2011 e é um dos 29 projetos financiados pelo Programa Media Ciência, uma iniciativa do COMPETE - Programa Operacional Fatores de Competitividade e Ciência Viva, lançado em 2010 para apoiar a produção de conteúdos para divulgação científica e tecnológica nos media.

sexta-feira, 16 de março de 2012

A Química do dia a dia desvendada em série de televisão

A Universidade de Aveiro lança um programa de divulgação de ciência na RTP2, "A
Química das Coisas", com estreia agendada para hoje, 16 de março, às 13:55, de segunda a sexta-feira e até 3 de abril.
Esse programa televisivo é da autoria do Departamento de Química da Universidade de Aveiro (DQ), produção da Science Office e Duvideo e apresentação de Cláudia Semedo, os treze episódios têm cerca de três minutos cada e foram produzidos a pensar no grande público, com uma
linguagem acessível e explicações visuais apelativas.

sábado, 14 de janeiro de 2012

O HOTEL DO INFINITO

A New Scientist TV está a publicar uma série de animações "O Minuto Matemático". Eis o episódio sobre o Hotel Infinito de David Hilbert:

http://dererummundi.blogspot.com/2012/01/o-hotel-do-infinito.html

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

O que é e não é um rosto? Neurocientistas explicam como o cérebro decide o que é real


Objetos parecidos com rostos estão em todo o lado. Desde a face de Jesus numa tortilha ao perfil de Elvis numa batata frita, os nossos cérebros são capazes de detectar imagens que se parecem com rostos. No entanto, o cérebro humano normal quase nunca é enganado em pensar que tais objetos são realmente rostos humanos.

Um novo estudo de investigadores do MIT revela a atividade cerebral subjacente à nossa capacidade de fazer essa distinção. No lado esquerdo do cérebro, o fusiforme gyrus (uma área há muito tempo associada ao reconhecimento de faces humanas) cuidadosamente calcula o quanto uma imagem é parecida com uma cara. O fusiforme gyrus direito surge depois para usar essas informações e tomar uma decisão rápida, categórica se o objeto é, na verdade, um rosto.
Esta distribuição do trabalho é um dos primeiros exemplos conhecidos dos lados esquerdo e direito do cérebro a assumirem papéis diferentes em tarefas de processamento visual de alto nível.

Muitos estudos anteriores mostraram que os neurónios no gyrus fusiforme, localizado na parte inferior do cérebro, reagem preferencialmente às faces. A equipa de cientistas decidiu então investigar como essa região do cérebro decide o que é e não é uma cara, especialmente em casos onde um objeto muito se assemelha a um rosto.

Padrões de actividade diferentes

Para realizar a investigação, os cientistas criaram um contínuo de imagens que incluíam umas que nada se pareciam com caras e outras que eram verdadeiras faces.

Em seguida, a equipa usou ressonância magnética funcional (fMRI) para digitalizar os cérebros dos participantes à medida que categorizavam as imagens. Inesperadamente, os neurocientistas encontraram padrões de actividade diferentes em cada lado do cérebro: do lado direito, os padrões de ativação dentro gyrus fusiforme permaneceram bastante consistentes para todas as imagens do rosto humano verdadeiro, mas mudou drasticamente para todas as imagens que não o eram, independentemente do quanto se assemelhavam a uma cara. Isto sugere que o lado direito do cérebro está envolvido em fazer a declaração categórica se uma imagem é ou não um rosto.

Entretanto, na região análoga do lado esquerdo do cérebro, os padrões de atividade mudaram gradualmente à medida que as imagens se tornavam mais parecidas com caras, e não havia nenhuma divisão clara entre faces verdadeiras e falsas. A partir daí, os investigadores concluíram que o lado esquerdo do cérebro divide as imagens em escalas de quão semelhantes são com rostos, mas sem as atribuir a uma categoria ou outra.

Relações temporais entre dois hemisférios

A chave para a investigação foi a tecnologia de análise de imagens que permitiu que os cientistas pudessem examinar padrões de actividade em toda a gyrus fusiforme.

Os cientistas descobriram que o lado esquerdo faz primeiro o seu trabalho e, em seguida, passa informações para o lado direito. No entanto, esperam obter provas mais sólidas de relações temporais entre os dois hemisférios com estudos utilizando eletroencefalografia (EEG) ou magnetoencephalography (MEG), duas tecnologias que oferecem uma visão muito mais precisa sobre o calendário da atividade cerebral.

Os investigadores do MIT também esperam descobrir como e quando os lados direito e esquerdos do gyrus fusiforme desenvolvem estas funções independentes através do estudo de crianças cegas que têm a visão restaurada numa idade jovem.

http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52504&op=all

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Livros portugueses de divulgação de ciência



Sobre este tema, lemos no De Rerum Natura uma crónica de António Piedade (http://dererummundi.blogspot.com/2011/12/os-livros-portugueses-de-divulgacao-de.html):

O ano de 2011 foi generoso em livros de autores portugueses dedicados à divulgação de ciência. Digo até mais: 2011 deu à estampa alguns volumes que vão ficar (já estão) na galeria dos melhores livros de sempre de divulgação de ciência em língua portuguesa.


Nessa lista de livros de 2011 destacam-se dois que adquirimos para a nossa BE; foram publicados no último trimestre pela Gradiva: “Darwin aos Tiros e outras Histórias de Ciências”, de Carlos Fiolhais e David Marçal e “Casamentos e Outros Desencontros”, de Jorge Buescu. Se o primeiro nos revela histórias da ciência insuspeitas e muito divertidas, o segundo apresenta de uma forma que equilibrada o rigor matemático e a transmissão do seu entendimento por todos, num tom muito humorado e subtil característico de Jorge Buescu. A divulgação da matemática contemporânea, que é substância de inúmeros aspectos do nosso quotidiano, ficou mais rica e mais acessível a todos.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Nasa dedica imagem do dia à Península Ibérica - Diferentes áreas metropolitanas de Portugal e Espanha são visíveis

Uma imagem da Península Ibérica, captada durante a noite pela Estação Espacial Internacional (ISS), no início do mês corrente, foi hoje colocada online pela NASA na categoria de «Imagem do dia». Diferentes áreas metropolitanas de Portugal e Espanha são visíveis e marcadas por zonas iluminadas, sendo estas relativamente grandes e brilhantes, tais como Madrid ou Lisboa.

A agência norte-americana partilha na sua página oficial que pretende partilhar com o público, imagens, historias e descobertas sobre o clima e meio ambiente, baseadas em investigações. Para além de Portugal e Espanha, a agência ainda põe em evidência o estreito de Gibraltar, França e o norte de África.
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=52338&op=all

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Rio Mondego e vida selvagem - um documentário sobre o Rio Mondego.

http://player.vimeo.com/video/31170389?autoplay=1

Vejam em écran cheio. É muito interessante e lindo!

(Trabalho Daniel Pinheiro no âmbito de umMestrado no Reino Unido).

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Os melhores livros de ciência 201, segundo Carlos Fiolhais

LinkArtigo no n.º 1 da revista "Século XXI. Ter Opinião"
Via http://dererummundi.blogspot.com/

Se houvesse um prémio para o melhor livro português de ciência de 2011 dava-o a Jorge Calado, Jorge Calado, professor de Química do Instituto Superior Técnico, autor de Haja Luz. Uma História da Química Através de Tudo, publicado pela IST-Press . Trata-se de uma extraordinária história cultural da química, ricamente ilustrada, escrita por um homem das duas culturas, que alia um enciclopédico saber científico com a paixão pelas artes (é especialista em ópera e em fotografia). Não podia ser mais oportuno: este ano, por determinação das Nações Unidas, celebra-se em todo o mundo o Ano Mundial da Química. Se houver, como deve haver, edição em inglês de Haja Luz, ela irá correr o mundo, iluminando muitos mais espíritos. Por falar em química e em luz, foi preciso esperar desde 1861 até ao Ano da Química para haver uma edição em Portugal de um dos maiores livros de divulgação científica de sempre, A História Química de uma Vela, do inglês Michael Faraday, que reúne algumas das suas lições populares na Royal Institution de Londres. A tradução, dos químicos Sérgio Rodrigues e Maria Isabel Prata, foi publicada pela Imprensa da Universidade de Coimbra.

Outro grande livro de ciência de 2011 é O Estatuto da Matemática em Portugal nos Séculos XVI e XVII, da autoria de Bernardo Mota, publicado pela Fundação Gulbenkian. Trata-se da sua tese de doutoramento em história da ciência, orientada por Henrique Leitão e Arnaldo do Espírito Santo, que foi distinguida em 2009 pela Academia Internacional de História das Ciências com o prémio Jovem Historiador para a melhor tese na área em causa em todo o mundo Abordando tanto o tempo de Pedro Nunes como o tempo subsequente dos jesuítas em Lisboa, Coimbra e Évora, discute a questão, que já vem da Antiguidade grega, do lugar da matemática no quadro das ciências.

Em 2011 assinalaram-se os 400 anos do nascimento do médico português João Rodrigues de Castelo Branco, mais conhecido por Amato Lusitano, “estrangeirado” em Itália devido à perseguição aos judeus. Em Dezembro de 2010 saiu dos prelos da Ordem dos Médicos uma edição moderna, em dois volumes, das Centúrias de Curas Medicinais, a sua obra maior (traduzida do latim por Firmino Crespo a partir da edição de Bordéus de 1620). Na mesma data e com segunda edição já em 2011 saiu na Gradiva uma biografia notável do nosso único Nobel na área das ciências: Egas Moniz. Uma biografia, do neurogirurgião João Lobo Antunes. E, em 2011, foi reeditado na Temas e Debates, revisto e com novo prefácio, O Erro de Descartes, de António Damásio, neurologista a trabalhar nos Estados Unidos (o original, que teve enorme êxito, tinha saído na Europa-América em 1994).

No oferta de divulgação da ciência são ainda de destacar o segundo livro de João Magueijo, físico do Imperial College, em Londres, O Grande Inquisidor, sobre a misteriosa vida do físico nuclear italiano Ettore Majorana, e a nova obra de Jorge Buescu, matemático da Universidade de Lisboa, Casamentos e Outros Desencontros, expondo de modo escorreito problemas matemáticos, os dois na colecção Ciência Aberta da Gradiva, quase a atingir as duas centenas de volumes.