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domingo, 22 de maio de 2011
DIA DA ESCOLA, DIAS DE ESCOLA
Celebramos a 25 de Maio o dia do nosso patrono que é um dia especial de/para todos nós - consulta o programa, colabora e comparece!
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domingo, 7 de junho de 2009
Bicentenário de José Estêvão
Há 100 anos (26/12/1909), em Aveiro, na Praça de Joaquim Melo Freitas (antiga Praça do Comércio), foi inaugurado o OBELISCO DA LIBERDADE, para comemorar o primeiro centenário do nascimento do Dr José Estêvão Coelho de Magalhães e também para evocar a colaboração notável que esta cidsade teve nas lutas liberais, em particular os aveirenses condenados à morte por terem sido pioneiros na revolução de 16 de Maio de 1828. Esta iniciativa pertenceu ao "Clube dos Galitos"; o monumento, com cariz da chamada "Arte Nova", é da autoria de Ernesto Korrodi. Durante a cerimónia, tocou pela primeira vez a "Banda de José Estêvão", organizada e dirigida por António Santos Lé.
(João Gonçalves Gaspar, In "AVEIRO 2009, Recordando Efemérides"; edição da Diocese de Aveiro, 2009)
(João Gonçalves Gaspar, In "AVEIRO 2009, Recordando Efemérides"; edição da Diocese de Aveiro, 2009)
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José Estêvão
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Neste DIA DA NOSSA ESCOLA celebramos os 200 anos do nosso patrono

José Estêvão Coelho de Magalhães
Nasceu em Aveiro em 26 de Dezembro de 1809, na freguesia da Apresentação. A sua formação escolar foi brilhante como aluno universitário de reputado nome, licenciando-se em Direito e regendo de seguida a cadeira de Economia, na Escola Politécnica de Lisboa. Depois de militar contra D. Miguel quando este se afirmou como usurpador do trono e insatisfeito com a vitória liberal de 1834, José Estevão juntou-se aos liberais mais radicais - os Setembristas, ao lado de Passos Manuel e Costa Cabral, passando a ter lugar no Parlamento. Aqui, sem esquecer a terra natal, desenvolveu notável acção em defesa dos desprotegidos, dos perseguidos e, sobretudo, dos interesses nacionais, afirmando-se como um dos principais expoentes da Oratória parlamentar portuguesa de todos os tempos. Algumas das suas intervenções ficaram memoráveis. Morreu em 1862.
Defensor da urgência de continuadas obras na barra da Aveiro, da construção de um farol e de muitos outros benefícios regionais, [como a criação do Liceu Nacional de Aveiro] foi também intransigente na passagem do caminho de ferro pela sua cidade, vindo este a ser inaugurado, até à estação de Aveiro, quando os seus restos mortais aqui chegaram, em 1864. Em 1889, por reconhecimento público, Aveiro recebeu a estátua do grande paladino com grandes festejos, assim homenageando um dos seus filhos mais ilustres dos tempos contemporâneos.
http://aveirana.doc.ua.pt/joseestevao.htm
e também
http://www.prof2000.pt/users/hjco/JEsteweb/
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